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Vídeo; Servidor aposentado do SAAE aponta possível solução para vazamento, no bairro Campestre

A equipe do quadro Metendo a Colher esteve, na tarde desta segunda-feira (22), no bairro Campestre, em Itabira, para acompanhar uma reclamação que vem mobilizando moradores da região. Segundo relatos da comunidade, um vazamento de água tratada, localizado no final da Av. Cauê persiste aproximadamente um ano, mesmo após solicitações de reparo.

No local, a reportagem constatou o fluxo contínuo de água e ouviu moradores que, demonstraram preocupação com o desperdício, principalmente, diante das frequentes reclamações sobre falta de abastecimento registradas também em outros pontos da cidade.

Morador e ex-servidor do SAAE apresenta possível alternativa

Durante a visita, a reportagem conversou com Bento Lucino Monteiro, morador da região e servidor aposentado do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), que trabalhou por mais de três décadas na autarquia.

Com base em sua experiência profissional, ele analisou a situação e apresentou uma alternativa que, em sua avaliação, poderia contribuir para a solução definitiva do problema.

Segundo Bento Lucindo, a sugestão apresentada aos moradores, seria uma válvula reguladora de pressão, que poderá servir como ponto de partida para futuras avaliações técnicas, por parte dos responsáveis pelo sistema de abastecimento.

Comunidade pede atenção do SAAE

Diante da situação, moradores fazem um apelo ao diretor-presidente do SAAE, Valdeci, às equipes técnicas e operacionais da autarquia, para que o caso receba atenção especial.

Segundo a comunidade, o problema não é apenas um desperdício de água tratada, mas também gera indignação em razão dos relatos frequentes de interrupção no abastecimento em outros bairros do município.

Contraste entre desperdício e falta d’água

A situação observada no bairro Campestre chama a atenção pelo contraste. Enquanto a água continua se perdendo diariamente no local denunciado, moradores de outras regiões relatam dificuldades para receber o abastecimento regular, chegando a enfrentar períodos de dois a três dias sem água.

Para os moradores, a resolução do vazamento contribuiria não apenas para reduzir perdas no sistema, mas também para melhorar a eficiência da distribuição de água em toda a cidade.

Reportagem segue acompanhando o caso

A expectativa da comunidade é que o problema seja analisado pelas equipes responsáveis e que uma solução definitiva seja adotada, para evitar o desperdício de água tratada.

A reportagem permanece à disposição para publicar eventuais esclarecimentos ou manifestações do SAAE de Itabira sobre a situação denunciada pelos moradores do bairro Campestre.

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