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Juíza nega insanidade mental a acusado de matar jovem concretada na Pampulha

A juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri de Belo Horizonte, negou o pedido da defesa de Thiago Schafer Sampaio, de 21 anos, para realização de um laudo de insanidade mental. Ele é acusado de matar Clara Maria Venâncio Rodrigues, também de 21 anos, cujo corpo foi encontrado concretado em uma casa no bairro Ouro Preto, na Região da Pampulha.

A defesa alegou que Thiago já fazia tratamento psiquiátrico antes do crime e que usava medicamentos controlados. Médicas que o acompanhavam confirmaram o tratamento e relataram que o jovem apresentava quadro de dependência química, além de indícios de depressão, ansiedade e esquizofrenia. Segundo elas, chegou a ser sugerida a internação em clínica psiquiátrica após um episódio suicida.

Apesar disso, a juíza entendeu que não havia elementos suficientes para instaurar o incidente de insanidade mental. O Ministério Público também foi contra o pedido, afirmando que não havia dúvidas sobre a sanidade do réu na época dos fatos.

“Não se justifica, nesta fase processual, a instauração de incidente de insanidade mental”, destacou a magistrada, lembrando que a defesa não apresentou documentação médica que sustentasse a alegação.

Thiago segue preso no Presídio Inspetor José Martinho Drummond, em Ribeirão das Neves, em uma ala destinada a detentos de casos de grande repercussão. Outro acusado também responde pelo mesmo crime. Após a decisão, foi aberto prazo de dois dias para as alegações finais do Ministério Público e, em seguida, da defesa.

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