Suspeito de abuso sexual contra adolescente de 13 anos e preso no bairro Chapada

A Polícia Militar prendeu no final da tarde desta segunda-feira (16 de março) o professor de História V.S.L., de 24 anos, principal suspeito de ter estuprado uma adolescente de 13 anos em Itabira, na Região Central de Minas Gerais. A captura aconteceu por volta das 16h35 no bairro Chapada, horas após o crime e a fuga do indiciado.

Desde o registro do boletim de ocorrência, equipes policiais realizavam incansáveis rastreamentos por toda a cidade e região na tentativa de localizar o suspeito. Foi durante essas diligências que os militares conseguiram encontrá-lo e efetuar a prisão no final da tarde.

Entenda o caso

O crime aconteceu mais cedo, na tarde de hoje, no bairro Juca Rosa. De acordo com informações da ocorrência policial, a vítima teria saído de casa para procurar o cachorro da família. Ao abrir o portão da residência, um homem aproveitou a oportunidade para impedir que a porta fosse fechada e, mediante violência, invadiu o imóvel. Foi dentro da casa da adolescente que a agressão sexual aconteceu.

Após o crime, a jovem foi levada pela responsável até o Hospital Carlos Chagas. Enquanto recebia atendimento médico, a menor revelou ao pai que o agressor era seu professor estagiário de História. A informação levou os militares até a Escola Estadual Professora Palmira Morais, onde confirmaram a identidade do docente e obtiveram seu endereço residencial.

No entanto, ao chegarem na casa do suspeito, os familiares informaram que V.S.L. já havia fugido e não sabiam informar seu paradeiro — o que motivou o rastreamento intensificado que culminou na prisão horas depois no bairro Chapada.

Próximos passos

A motivação do crime ainda é desconhecida e as circunstâncias serão investigadas pela Delegacia Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente. O suspeito foi encaminhado pelas guarnições para a delegacia de polícia, onde permanecerá à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

A comunidade do bairro Juca Rosa e a escola onde o professor lecionava seguem abaladas com o ocorrido. A instituição de ensino ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso envolvendo o estagiário.

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