Dois homens, de 23 e 47 anos, foram presos em flagrante na tarde de terça-feira (27), suspeitos de furtar ferramentas do interior de uma caminhonete no bairro República, em João Monlevade.
A ocorrência foi registrada por volta das 14h10, na Rua Café Filho.
Segundo informações da 17ª Companhia de Polícia Militar Independente, os militares realizavam patrulhamento pela Avenida Castelo Branco quando visualizaram os dois homens caminhando e transportando uma maleta e uma mochila contendo ferramentas.
Ferramentas chamaram atenção durante patrulhamento
Durante a abordagem, os policiais encontraram uma furadeira de impacto, uma esmerilhadeira elétrica com acessórios, baterias e carregador, um martelete elétrico, duas espátulas e uma faca de cozinha nova.
Questionados sobre a procedência dos objetos, os dois homens teriam informado aos policiais que os materiais haviam sido retirados pouco antes de uma caminhonete estacionada na Rua Café Filho.
Segundo a PM, o veículo estava destrancado.
Vítima reconheceu os materiais
Após a informação, as equipes foram até o endereço indicado e fizeram contato com o proprietário da caminhonete, um homem de 60 anos.
A vítima constatou que as ferramentas não estavam mais no veículo e, conforme a Polícia Militar, reconheceu os objetos localizados com os suspeitos como sendo de sua propriedade.
O local do furto também passou por perícia.
Dois homens foram levados para a delegacia
Diante da ocorrência, os homens receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de João Monlevade.
As ferramentas recuperadas também foram apresentadas à autoridade policial para as providências cabíveis.
A Polícia Civil deverá dar sequência aos procedimentos de polícia judiciária.
Materiais recuperados
De acordo com a Polícia Militar, foram recuperados:
1 furadeira elétrica de impacto Vonder;
1 esmerilhadeira elétrica JG com acessórios;
1 martelete elétrico Makita;
2 espátulas;
1 faca de cozinha.
Os suspeitos têm 23 e 47 anos. A vítima tem 60 anos.
Por se tratar de prisão em flagrante e de investigação ainda sujeita aos procedimentos legais, os envolvidos devem ser considerados inocentes até eventual condenação definitiva.